quarta-feira, 28 de outubro de 2009

Razões para migrar para o Windows Seven (ou não)


Ola pessoal, depois de um tempo estou de volta, bom com todas essas notícias do lançamento do Windows 7, que ele é um sucesso, e tal, resolvi "pensar" em abandonar meu bom e velho XP e migrar para o Seven, bom é lógico que isso não é uma tarefa simples, então depois de algumas pesquisas descobri alguns motivos para migra para o Seven.


Razões para migrar


  • Encontrar os documentos é mais fácil.

  • Tem um visual melhor.

  • Os alertas de segurança não são tão chatos quanto no Vista

  • O Windows 7 trabalha bem em rede

Razões para migrar



  • Ainda é difícil encontrar a melhor versão do sistema para cada necessidade

  • Não é necessariamente mais rápido que o XP

  • Usuários do XP terão de reaprender quase tudo

  • A Microsoft continua mantendo o XP como opção

É isso ae pessoal um forte abraço a todos, e eu estou "quase convencido", pretendo instalar no meu Notebook esse final de semana, para ver no que dá, so espero que não seja igual o Vista, que instalei num dia e no outro voltei para o XP.

quinta-feira, 22 de outubro de 2009

Gartner orienta empresas a analisar o Windows 7

Veja as cinco dicas da Antes da migração para o Windows 7, o Gartner indica cinco pontos de observação:
1) Planejar a saída do Windows XP para o final de 2012 - A Microsoft vai dar suporte ao Windows XP com correções de segurança até abril de 2014, mas experiências anteriores mostram que os fornecedores de software independentes param de testar muito antes. "Os novos lançamentos de software crítico para os negócios vão exigir o Windows 7 muito antes do final do suporte que a Microsoft dará para o Windows XP", afirma o vice-presidente de pesquisas do Gartner, Steve Kleynhans. "As organizações que tirarem seus usuários do Windows XP até o final de 2012 vão evitar grandes problemas em potencial".
2) Comece a trabalhar com os projetos de migração desde agora - Uma organização típica requer de 12 a 18 meses para aguardar, testar e planejar antes que possa iniciar a implementação de um novo sistema operacional. Há muito trabalho a ser feito na preparação e os atrasos para iniciar resultam somente em mais custos depois.
3) Não espere pelo SP1 do Windows 7 para começar a testar e implementar - Muitas organizações planejam esperar a chegada do SP1 para começar a testar e a implementar um novo sistema operacional. Os analistas do Gartner sugerem que se comece o trabalho agora (especialmente se as companhias não chegaram a utilizar o Windows Vista).
4) Não deixe de usar o Windows 7 - O Gartner classifica o Windows 7 como uma versão "refinada" da mudança de arquitetura que o Windows Vista ofereceu. Os analistas do Gartner dizem que lançamentos refinados nunca devem ser deixados de lado. "Embora as organizações que deixaram de lado o Windows 2000 e esperaram pelo XP tiveram alguns problemas para superar o gap, as organizações que adotaram o Windows 2000 e tentaram deixar de lado o Windows XP, esperando pelo Vista, passaram por muito mais dificuldades", disse Silver.
5) Faça o orçamento com cuidado - os custos de migração variam muito - Segundo levantamento do Gartner, os custos de migração poderiam ser de US$ 1.035 a US$ 1.930 por usuário para migrar do Windows XP para o Windows 7, e de US$ 339 a US$ 510 por usuário para migrar do Windows Vista para o Windows 7, dependendo da abordagem da organização.
* Com informações do Gartner

Fonte: Reseller Web 

quarta-feira, 21 de outubro de 2009

Banco Central virtualiza servidores com Microsoft Hyper-V

Com seus equipamentos perto de atingir o final da vida útil, o Banco Central do Brasil decidiu adotar estratégias de virtualização e consolidação. Depois de utilizar o Microsoft Virtual Server desde 2006, o BC decidiu migrar para o Hyper-V, recurso de virtualização presente no Microsoft Windows Server 2008.

Os equipamentos respondiam por funções variadas que iam desde serviços de impressão e hospedagem de sites importantes até aplicações críticas para as operações do banco. Por esse motivo, o BC também precisava definir planos eficientes de alta disponibilidade e de contingência para os novos equipamentos.

A instituição decidiu adotar estratégias de virtualização e consolidação de servidores para reduzir custos. Com as novas soluções da Microsoft, criou na sede em Brasília 150 máquinas virtuais hospedadas em cluster com 12 hospedeiros (hosts), com dois nós, para casos de contingência.  Em fevereiro de 2008, a equipe de TI do BC passou a trabalhar com as versões beta do Hyper-V. De acordo com Nelson Kolarik, analista de TI do Banco Central, várias características do Hyper-V se mostraram adequadas ao que o BC pretendia ter no ambiente virtualizado. "O Hyper-V é capaz de trabalhar em um ambiente multiprocessado e com até 64 GB alocados por máquinas virtuais", destaca. 

O banco usa o Microsoft System Center Virtual Machine Manager 2007 para centralizar o gerenciamento do ambiente virtualizado. Com essa ferramenta, é possível acompanhar o status das máquinas virtuais para verificar as aplicações executadas, a partir de um único console.

A prioridade é instalar, em máquinas virtuais hospedadas em dois clusters Windows Server 2008 com Hyper-V, os novos serviços que o banco demandar e também migrar gradativamente as aplicações instaladas em Virtual Server 2005 R2. De acordo com Daniel Moyses Neto, chefe da divisão de sistemas operacionais do Banco Central, a meta da instituição financeira é ter todas as máquinas virtuais em Hyper-V e gerenciadas com versão 2008 do Virtual Machine Manager até julho deste ano. Desde setembro de 2008, o BC já trabalha com máquinas virtuais de bancos de dados, serviços web e o sistema de antivírus do banco com Hyper-V.



Maior flexibilidade e desempenho

Com o Hyper-V e as tecnologias de failover clustering, o BC terá uma ambiente virtualizado de alta disponibilidade, com planos eficientes de contingência. Pela análise de Kolarik, a migração de máquinas virtuais entre hospedeiros é cerca de 20% mais rápida do que no cenário anterior. "Isso garante períodos de paralisação mínimos quando, por algum motivo, é necessário realizar a transferência de máquinas virtuais", comenta. Além disso, o Hyper-V oferece o recurso de snapshot para criar uma imagem instantânea da máquina virtual, que pode ser retomada a qualquer momento.


A recuperação de desastres na área de TI do BC também está muito mais ágil. Situações que antes exigiam mais de duas horas para voltar à normalidade hoje, na maioria dos casos, se regularizam em menos de um minuto, graças às ferramentas que garantem o rápido provisionamento de servidores.


O BC ganhou mais agilidade ao conseguir implementar novas aplicações em máquinas virtuais. "Podemos moldar nossa infraestrutura para hospedar novos servidores com muito mais agilidade, de acordo com a demanda do banco. Isso se traduz em melhor qualidade de serviço", afirma Neto.


Ganho de desempenho foi outro benefício que o BC identificou com a migração para o Windows Server 2008 com Hyper-V. De acordo com Kolarik, houve um salto de velocidade de até 70% no acesso ao disco e de 50% no processamento em relação ao Virtual Server.  Ao consolidar e virtualizar servidores, o BC diminuiu a necessidade de adquirir mais equipamentos e, mais importante, reduziu os custos de manutenção e operacionais - por exemplo, com licenças e consumo de energia.

Fonte: ITNEWS


terça-feira, 20 de outubro de 2009

Páginas mais rápidas pelo Firefox com Fasterfox

O Firefox é o navegador mais rápido e ainda possui um complemento chamado Fasterfox que carrega as páginas mais rapidamente ainda. Além disso, o Fasterfox conta quanto tempo a página demorou pra carregar, exibindo o tempo na barra de status.


A versão para download está disponível para a versão 3.0.6 do Firefox.


Números por extenso PHP


Esta função em PHP abaixo recebe como parâmetro o valor que se quer por extenso e se é maiúsculo. Caso queira o retorno todo maiúsculo coloque o segundo parâmetro como "true".


function extenso($valor = 0, $maiusculas = false) {

$singular = array("centavo", "real", "mil", "milhão", "bilhão", "trilhão", "quatrilhão");
$plural = array("centavos", "reais", "mil", "milhões", "bilhões", "trilhões", "quatrilhões");

$c = array("", "cem", "duzentos", "trezentos", "quatrocentos",
"quinhentos", "seiscentos", "setecentos", "oitocentos", "novecentos");
$d = array("", "dez", "vinte", "trinta", "quarenta", "cinquenta", "sessenta", "setenta", "oitenta", "noventa");
$d10 = array("dez", "onze", "doze", "treze", "quatorze", "quinze", "dezesseis", "dezesete", "dezoito", "dezenove");
$u = array("", "um", "dois", "três", "quatro", "cinco", "seis", "sete", "oito", "nove");

$z = 0;
$rt = "";

$valor = number_format($valor, 2, ".", ".");
$inteiro = explode(".", $valor);
for($i=0;$i<count($inteiro);$i++)
for($ii=strlen($inteiro[$i]);$ii<3;$ii++)
$inteiro[$i] = "0".$inteiro[$i];

$fim = count($inteiro) - ($inteiro[count($inteiro)-1] > 0 ? 1 : 2);
for ($i=0;$i<count($inteiro);$i++) {
$valor = $inteiro[$i];
$rc = (($valor > 100) && ($valor < style="color:blue;">"cento"
: $c[$valor[0]];
$rd = ($valor[1] < color="blue">""
: $d[$valor[1]];
$ru = ($valor > 0) ? (($valor[1] == 1) ? $d10[$valor[2]] : $u[$valor[2]]) : "";

$r = $rc.(($rc && ($rd || $ru)) ? " e " : "").$rd.(($rd &&
$ru) ? " e " : "").$ru;
$t = count($inteiro)-1-$i;
$r .= $r ? " ".($valor > 1 ? $plural[$t] : $singular[$t]) : "";
if ($valor == "000")$z++; elseif ($z > 0) $z--;
if (($t==1) && ($z>0) && ($inteiro[0] > 0)) $r .= (($z>1) ? " de " : "").$plural[$t];
if ($r) $rt = $rt . ((($i > 0) && ($i <= $fim) &&
($inteiro[0] > 0) && ($z < color="#1c8c00">$i < $fim) ? ", " : " e ") : " ") . $r;
}

if(!$maiusculas){
return($rt ? $rt : "zero");
} else {

if ($rt) $rt=ereg_replace(" E "," e ",ucwords($rt));
return (($rt) ? ($rt) : "Zero");
}

}

$valor = 112344;
$dim = extenso($valor);
$dim = ereg_replace(" E "," e ",ucwords($dim));

$valor = number_format($valor, 2, ",", ".");

echo "R$ $valor
$dim"
;

?>

Empresas de TI já sabem em que investir em 2010

Cloud computing, Business Intelligence (BI) e Business Performance Management (BPM) devem representar investimentos prioritários para as organizações no próximo ano. Quem garante é um estudo realizado pelo site norte-americano CIO.com, no qual foram ouvidos 797 gestores de TI responsáveis pelas decisões de compra de tecnologia.


De acordo com o levantamento, 24% dos participantes afirmaram que não só a adoção do modelo de computação em nuvem acontecerá 2010, como já estudam as melhores aplicações. Enquanto isso, 36% disseram que o padrão está nos planos futuros mas não deve necessariamente tornar-se uma realidade em 2010.
No que diz respeito às soluções de BI, 16% das empresas analisam ofertas no mercado e pretendem implementá-las ainda no primeiro trimestre. Por outro lado, 35% dos gestores consultados contaram que a adoção de tais ferramentas está nos planos da corporação para o próximo ano, mas ainda sem prazos específicos.
Em relação aos produtos voltados à gestão de desempenho dos negócios, 32% dos entrevistados responderam que têm a intenção de adotá-los em 2010, ao passo que 19% deles afirmaram que já estão em busca de parceiros para a implementação das soluções.

Por fim, quando questionados sobre iniciativas sustentáveis, apenas 31% dos participantes do estudo disseram investir em projetos de TI Verde. Outros 37% dos respondentes afirmaram que suas organizações estão começando a considerar o assunto e 32% contaram que não têm previsões para a adoção de medidas ecologicamente corretas.
No Brasil, algumas empresas já fazem uso de cloud computing, BI e BPM. João Sidemar, administrador de Dados e analista de datawarehouse da 7Comm Informática, explica que a maioria das organizações depende de BI para análise de informações estratégicas para se adequar ao mercado, fidelizar e conquistar novos clientes, além de monitorar concorrentes ou adequar produtos ao seu target. Já em relação cloud computing, Marcelo Botelho, diretor da Veus Technology, empresa especializada em comunicação digital, acredita que o Brasil já investe neste mercado e destaca o provedor Locaweb como exemplo de empresa de armazenamento. Ele ressalta que, sem dúvida, este é um mercado em ascensão no Brasil, com grandes possibilidades de crescimento nos próximos meses.
“A tecnologia veio pra ficar. Se bem que, em tecnologia, o ‘veio para ficar’ é sempre relativo. A cloud computing vai durar até surgir uma opção mais rentável para os empresários e para o mercado”, opina Botelho.

fonte: www.timaster.com.br

segunda-feira, 19 de outubro de 2009

Apple altera sistema de vendas de aplicativos para iPhone e iPod


Agora, os desenvolvedores não precisam mais criar duas versões (uma paga e uma gratuita dos softwares); versão free terá recurso para permitir a compra direta.
A Apple mudou suas regras para as compras a partir de aplicativos (a chamada in-app purchase). Até então, só era possível comprar um software a partir de outro em versões pagas. Agora, os desenvolvedores de programas gratuitos também podem embutir essa funcionalidade. A medida é boa não apenas para os desenvolvedores, mas também para o consumidor. Isso porque ela evita a necessidade de criar duas versões de um mesmo software.
Da maneira atual, quem tinha uma versão gratuita do programa e queria adquirir a completa, tinha que pagar, instalar o programa completo e desinstalar o gratuito. Além disso, todo o progresso que você fez nas versões conhecidas como Lite se perdia.
Pelas novas regras, o desenvolvedor cria uma versão que demonstra o produto e coloca o resto das funções restrita a uma opção de compra no produto. Ao adquiri-lo, os usuários simplesmente destrava o programa e tem acesso a novas fases de um game, por exemplo. Isso também tornará as buscas na loja online da Apple mais fáceis, pois apresentará um volume menor de resultados.

fonte: MacWorld Brasil